7ª Reunião Ordinária da ACML

ACML realiza reunião aberta com reflexão acadêmica, entrega de livro e apresentação de trabalho

Encontro aconteceu na Loja Maçônica Humanidade e Progresso, em Caruaru-PE

A Academia Caruaruense Maçônica de Letras – ACML realizou, no domingo, 26 de abril de 2026, às 10h, mais uma reunião aberta, reunindo acadêmicos, irmãos visitantes, convidados e interessados em conhecer de perto o trabalho cultural, literário e maçônico desenvolvido pela instituição.

A reunião ocorreu nas dependências da Loja Maçônica Humanidade e Progresso, localizada na Rua Oscar Laranjeira, nº 75, bairro Indianópolis, em Caruaru-PE. O encontro foi marcado por um ambiente de fraternidade, estudo, reflexão e valorização da produção intelectual, mantendo viva a missão da Academia de incentivar a cultura, o conhecimento e o aprimoramento dos ensinamentos maçônicos.

Pauta da reunião

A programação contou com a Reflexão Acadêmica conduzida pelo Ir∴ Jorge Marcos, que abordou a filosofia do 5S, destacando seus princípios de organização, disciplina, limpeza, padronização e melhoria contínua. A reflexão trouxe importantes contribuições para a vida pessoal, institucional e maçônica, demonstrando como práticas simples e bem aplicadas podem favorecer ambientes mais produtivos, harmoniosos e conscientes.

Na pauta também constou a entrega do livro “Coletânea de Textos da ACML”, obra publicada pela Academia no ano de 2022, reunindo produções literárias e reflexivas de seus acadêmicos. A entrega simbolizou mais um importante registro da produção intelectual da ACML e reforçou o compromisso da instituição com a preservação da memória, o incentivo à escrita e a difusão do pensamento maçônico e cultural.

Em seguida, houve a apresentação do trabalho do Ir∴ Osvaldo Brito, ocupante da Cadeira nº 24, tendo como tema a Campanha “Proibido Postar”, assunto de grande relevância para os dias atuais, especialmente diante dos desafios impostos pelo uso responsável das redes sociais, pela preservação da imagem institucional e pela prudência na comunicação pública.

O tema apresentado pelo Ir∴ Osvaldo Brito despertou grande interesse entre os presentes e proporcionou um debate fervoroso, respeitoso e muito proveitoso. As contribuições dos acadêmicos e visitantes ampliaram a compreensão sobre a responsabilidade no uso dos meios digitais, evidenciando que a liberdade de expressão deve caminhar ao lado da prudência, da discrição, da ética e do zelo institucional.

A abordagem reforçou a importância da responsabilidade individual e coletiva no ambiente digital. Em tempos de comunicação instantânea, a prudência, o equilíbrio e o discernimento tornam-se virtudes indispensáveis, principalmente quando se trata de instituições que carregam tradição, história e compromisso com valores elevados.

Durante a reunião, a ACML também reafirmou seu compromisso com a abertura de suas atividades à comunidade maçônica e cultural, possibilitando que visitantes conheçam melhor sua dinâmica, seus acadêmicos, suas cadeiras e os trabalhos desenvolvidos em favor da literatura, da cultura e do pensamento maçônico.

Registro fotográfico

Confira alguns registros da reunião realizada pela Academia Caruaruense Maçônica de Letras – ACML.


Abertura da reunião

Reflexão Acadêmica sobre a filosofia do 5S

Entrega do livro Coletânea de Textos da ACML

Apresentação do trabalho Campanha “Proibido Postar”

Debate entre acadêmicos e visitantes

Acadêmicos e visitantes presentes

A presença dos acadêmicos e visitantes fortaleceu o espírito de união e demonstrou, mais uma vez, que a ACML permanece atuante na promoção do conhecimento, da cultura e da fraternidade. A reunião aberta também serviu como oportunidade para aproximar novos interessados da Academia, permitindo que conhecessem sua história, seus objetivos e sua contribuição para o cenário cultural maçônico de Caruaru e região.

A ACML segue firme em sua missão: preservar a tradição, incentivar a produção literária, promover o estudo e fortalecer os laços fraternos por meio da cultura e do conhecimento.

Academia Caruaruense Maçônica de Letras – ACML
Cultura, Literatura e Fraternidade

Campanha “Diga Não”

Artigo

Campanha “Diga Não”: por uma comunicação maçônica ética e responsável na era digital

Uma reflexão sobre o uso consciente das tecnologias, a prudência na comunicação e a responsabilidade do maçom diante das mensagens que compartilha.



Por: Ir. Osvaldo Brito

Artigo apresentado em reunião da Academia Caruaruense Maçônica de Letras — ACML, como estudo acadêmico sobre comunicação, ética digital e responsabilidade maçônica.

A história da humanidade também pode ser contada pela história da comunicação. Desde os primeiros sinais, registros escritos e mensageiros, passando pelo telégrafo, pelo rádio, pelo telefone e pela televisão, o ser humano sempre procurou superar as distâncias geográficas e tornar mais rápida a circulação das ideias. Hoje, na era digital, uma mensagem pode atravessar continentes em segundos, alcançando pessoas, grupos e instituições com uma velocidade jamais vista em outros períodos da história.

Não se trata, portanto, de negar os avanços tecnológicos. A tecnologia é uma conquista da inteligência humana e, quando bem utilizada, aproxima pessoas, fortalece instituições, facilita o ensino, amplia o acesso ao conhecimento e torna mais eficiente a comunicação. O problema não está na ferramenta, mas no modo como ela é utilizada.

A campanha “Diga Não” propõe uma reflexão necessária: diga não ao uso impensado de mensagens, figurinhas, imagens e publicações que exponham, banalizem ou tratem com descuido elementos da tradição maçônica; diga não à desinformação; diga não ao preconceito; diga não à comunicação que fere a ética, a prudência e a dignidade humana.

A comunicação digital e a responsabilidade maçônica

A velocidade da comunicação moderna criou aquilo que muitos estudiosos chamam de “aldeia global”: um ambiente no qual fatos, opiniões, imagens e informações circulam quase simultaneamente entre pessoas de diferentes cidades, países e culturas. Uma mensagem enviada em um pequeno grupo pode, em poucos minutos, ser copiada, encaminhada, recortada, editada e publicada em outros ambientes, muitas vezes fora do controle daquele que a enviou inicialmente.

Essa realidade exige prudência. No passado, uma palavra mal colocada poderia ficar restrita a uma conversa particular. Hoje, uma mensagem precipitada pode ganhar grande alcance, ser retirada de contexto e produzir consequências indesejadas. Por isso, a pergunta que se impõe é: como a Maçonaria, instituição que valoriza o aperfeiçoamento moral, intelectual e espiritual do homem, deve se comportar diante dessa nova realidade comunicacional?

A resposta passa por uma palavra simples, mas profunda: coerência. O maçom que defende a ética precisa comunicar-se eticamente. O maçom que valoriza a discrição precisa agir com discrição também no ambiente digital. O maçom que se compromete com a verdade não pode ser agente de boatos, exageros, fake news ou mensagens sem fundamento.

O problema das figurinhas, imagens e mensagens inadequadas

Um dos pontos centrais desta campanha é o alerta contra o uso de figurinhas, imagens ou publicações que reproduzam sinais, toques, palavras, posições, expressões ritualísticas ou elementos que, pela tradição maçônica, exigem cuidado, sobriedade e reserva.

É comum encontrar, em grupos de WhatsApp formados por maçons, figurinhas ou imagens com expressões como “em pé e à ordem”, representações de sinais, gestos ritualísticos ou frases que remetem ao ambiente interno da Ordem. Alguns podem argumentar que tais elementos já se encontram espalhados pela internet. Ainda assim, essa justificativa não resolve o problema.

O fato de algo estar disponível publicamente não significa que deva ser reproduzido, estimulado ou banalizado por aqueles que assumiram compromisso com a discrição e com a dignidade da Ordem.

Há uma diferença importante entre encontrar um conteúdo disperso na internet e ver um maçom contribuindo ativamente para sua vulgarização. O erro de terceiros não justifica a repetição do erro por aqueles que deveriam zelar pela instituição.

O risco da banalização

A banalização é um perigo silencioso. Ela não destrói uma tradição de uma vez; vai enfraquecendo seu sentido aos poucos. Aquilo que deveria inspirar respeito passa a ser tratado como piada. Aquilo que deveria conduzir à reflexão passa a circular como figurinha. Aquilo que deveria ser vivenciado com seriedade passa a ser consumido como entretenimento instantâneo.

A Maçonaria sempre trabalhou com símbolos. E os símbolos não são simples desenhos. Eles carregam significados, educam a consciência, provocam reflexão e orientam o aperfeiçoamento do homem. Quando um símbolo é deslocado de seu contexto e usado de modo vulgar, ele perde parte de sua força pedagógica.

Antes de compartilhar, reflita:

  • Esta informação é verdadeira?
  • A fonte é confiável?
  • O conteúdo contribui para o esclarecimento ou apenas provoca medo, raiva ou confusão?
  • A mensagem está de acordo com os princípios de respeito, tolerância e fraternidade?
  • Eu teria tranquilidade em assumir publicamente a responsabilidade por aquilo que estou encaminhando?

Comunicação, desinformação e superstição

Outro ponto importante diz respeito às mensagens que propagam desinformação, crenças infundadas, correntes supersticiosas ou interpretações fantasiosas sobre a Maçonaria. Em muitos grupos, circulam textos atribuídos a autores inexistentes, frases falsamente creditadas a grandes pensadores, teorias conspiratórias, alarmismos religiosos, boatos políticos e mensagens sem qualquer base histórica, filosófica ou documental.

Esse tipo de conteúdo empobrece o debate e contraria o ideal maçônico de busca da verdade. A Maçonaria não deve ser ambiente de obscurantismo, mas de luz. Não deve estimular a ignorância, mas o estudo. Não deve alimentar fanatismos, mas a reflexão. Não deve fortalecer a confusão, mas o discernimento.

Liberdade de expressão não é licença para ferir

A liberdade de expressão é um valor essencial. Sem ela, não há pensamento livre, não há debate verdadeiro e não há desenvolvimento intelectual. Contudo, a liberdade de expressão não pode ser confundida com licença para ofender, discriminar, humilhar ou incitar violência.

Mensagens com conteúdo racista, religioso-intolerante, homofóbico, misógino, xenofóbico, agressivo ou desumanizador colidem frontalmente com os valores mais elevados da convivência civilizada. Mais ainda: contrariam o espírito maçônico, que deve estar apoiado na dignidade humana, na tolerância, no respeito e na fraternidade.

A crítica é legítima. O debate é necessário. A divergência é natural. Mas a agressão, o preconceito e a desinformação não podem ser tratados como simples opinião. Uma instituição que se propõe ao aperfeiçoamento do homem precisa ser vigilante quanto à qualidade moral daquilo que seus membros propagam.

Os três filtros da comunicação maçônica

Uma forma prática de orientar a comunicação nos grupos maçônicos é adotar três filtros antes de compartilhar qualquer conteúdo.

1. Verdade

A informação é verdadeira? Foi verificada? Tem fonte segura? Ou é apenas mais uma mensagem encaminhada sem autoria, sem data e sem comprovação?

2. Prudência

Ainda que seja verdadeira, essa mensagem deve ser compartilhada? Ela pode ser mal interpretada? Pode sair do grupo e gerar constrangimento?

3. Fraternidade

Essa mensagem edifica? Instrui? Une? Esclarece? Ou apenas provoca discórdia, ironia, humilhação, preconceito e vaidade?

Se uma mensagem não passa por esses três filtros, o melhor caminho é não compartilhá-la.

Campanha “Diga Não”

Diga não às figurinhas que expõem indevidamente sinais, gestos ou expressões vinculadas à ritualística. Diga não às mensagens que transformam a tradição maçônica em brincadeira vulgar. Diga não aos boatos, às correntes supersticiosas e às falsas informações. Diga não aos conteúdos preconceituosos, violentos ou ofensivos. Diga não ao uso irresponsável da tecnologia.

Ao dizer não ao que empobrece, dizemos sim ao que edifica

A campanha também possui um lado afirmativo. Ao dizer não ao que empobrece, dizemos sim ao que edifica. Dizemos sim ao estudo. Sim à boa leitura. Sim à comunicação respeitosa. Sim à divulgação responsável da cultura maçônica. Sim à produção literária, filosófica e histórica. Sim ao uso das ferramentas digitais para aproximar, ensinar, registrar e preservar.

A Academia Caruaruense Maçônica de Letras — ACML, por sua natureza acadêmica, cultural e literária, tem papel importante nesse processo. Refletir sobre a qualidade da comunicação maçônica não é tema secundário: é parte da missão cultural e educativa da Academia.

Conclusão

O maçom somente honra plenamente sua condição quando procura alinhar pensamento, palavra e ação. Pensar bem, falar com prudência e comunicar com responsabilidade são atitudes que revelam maturidade moral.

A era digital oferece instrumentos poderosos. Com eles, podemos divulgar bons textos, preservar memórias, registrar eventos, aproximar irmãos, fortalecer instituições e levar conhecimento a muitos lugares. Mas esses mesmos instrumentos, quando usados sem critério, podem vulgarizar símbolos, espalhar desinformação, alimentar conflitos e comprometer a imagem de instituições respeitáveis.

Por isso, a campanha “Diga Não” não é uma campanha contra a tecnologia. É uma campanha a favor da consciência. Não é uma defesa do silêncio absoluto, mas da palavra responsável. Não é uma rejeição à modernidade, mas um convite para que a modernidade seja usada com sabedoria.

A verdadeira comunicação maçônica deve ser discreta sem ser omissa, firme sem ser agressiva, fraterna sem ser ingênua e livre sem ser irresponsável.

Que cada maçom, antes de compartilhar uma mensagem, recorde que também no ambiente digital continua sendo representante de seus princípios, de sua Loja, de sua Academia e da própria Ordem.

6ª Reunião Ordinária da ACML

ACML realiza sua 6ª Reunião Ordinária com debates e importantes deliberações

Oriente de Caruaru – 22 de março de 2026





A Academia Caruaruense Maçônica de Letras – ACML realizou, no dia 22 de março de 2026, sua 6ª reunião ordinária, nas dependências da Loja Maçônica Dever e Humanidade, reunindo acadêmicos e convidados em mais um momento de produção intelectual, reflexão e fortalecimento institucional.

A sessão contou com a presença de diversos acadêmicos, além de convidados que prestigiaram os trabalhos, reafirmando o compromisso da Academia com a difusão da cultura e do pensamento maçônico na região.

Os trabalhos foram conduzidos pelo Diretor Presidente, Ir. Ozéias Caetano da Silva, que deu início à reunião agradecendo a presença dos irmãos e destacando a importância da continuidade das atividades acadêmicas.

No expediente da secretaria, foram apresentadas e aprovadas as atas anteriores, bem como comunicadas correspondências e convites institucionais recebidos pela Academia, com destaque para a articulação futura com o Instituto Histórico de Caruaru.


A reunião evidenciou o compromisso da ACML com a organização institucional e a ampliação de suas relações com entidades culturais da cidade.

Na ordem do dia, importantes temas foram discutidos, entre eles o andamento do processo de abertura do CNPJ da Academia, o edital de admissão de novos acadêmicos e informações sobre a aquisição do fardão acadêmico.

Também foi definida uma agenda de visitas às lojas maçônicas da cidade, com o objetivo de fortalecer a divulgação da Academia e ampliar a participação de novos membros em suas atividades.

O momento cultural da reunião foi marcado pela apresentação do trabalho “Os Desafios da Maçonaria Contemporânea”, conduzido pelo Ir. Ozéias Caetano, gerando um rico debate entre os acadêmicos e contribuindo significativamente para a reflexão coletiva.

Durante o uso da palavra, diversos irmãos destacaram a relevância das reflexões apresentadas e a importância de ampliar a comunicação e a participação de lideranças maçônicas nas atividades da Academia.

A reunião também trouxe atualizações no calendário institucional de 2026, incluindo a preparação para o 3º Encontro de Academias Maçônicas do Nordeste, consolidando a ACML como protagonista no cenário cultural maçônico regional.

A ACML reafirma, por meio de suas reuniões, seu papel como espaço de construção intelectual, fortalecimento da fraternidade e preservação da cultura maçônica.

Encerrando os trabalhos, o Diretor Presidente ressaltou o ritmo ativo da Academia e reforçou a importância do engajamento de todos os acadêmicos na construção e fortalecimento das atividades da instituição.

Edital para admissão de novos acadêmicos efetivos


ACML publica edital para admissão de novos acadêmicos efetivos

Processo seletivo abre oportunidade para ocupação de cadeiras vagas e reforça o compromisso da Academia com a cultura, a produção intelectual e a renovação qualificada de seus quadros.

📅 Publicação: fevereiro de 2026 📍 Caruaru – Pernambuco 🏛️ Academia Caruaruense Maçônica de Letras

Novo processo de admissão é aberto pela ACML

A Academia Caruaruense Maçônica de Letras – ACML publicou o Edital nº 001/2026, disciplinando o processo de admissão de novos acadêmicos efetivos para o preenchimento das cadeiras atualmente vagas. A iniciativa representa mais um passo no fortalecimento institucional da Academia, reafirmando seu compromisso com a cultura, a literatura, o pensamento maçônico e a valorização de irmãos que possuam produção intelectual, artística ou cultural.

As inscrições foram abertas em 22/02/2026 e seguem até 08/04/2026, observando o prazo mínimo de 45 dias previsto no edital.

O processo de admissão está fundamentado no Estatuto Social e no Regimento Interno da ACML, e contempla um rito organizado, transparente e alinhado à natureza acadêmica da instituição. Após o encerramento das inscrições, será nomeada uma Comissão de Admissão, composta por três acadêmicos efetivos, responsável pela emissão de parecer circunstanciado sobre cada candidatura.

Pontos centrais do edital

Cadeiras vagas O edital abre processo para o preenchimento de 17 cadeiras.
Quem pode se candidatar Mestres Maçons com pelo menos 1 ano de exaltação, vinculados à Maçonaria regularmente reconhecida e com idoneidade moral reconhecida.
Exigências acadêmicas e culturais O candidato deve comprovar produção literária, artística ou cultural compatível com os objetivos da ACML.
Residência Também é exigida comprovação de residência fixa em Caruaru ou na região do Agreste pernambucano.

Documentação exigida

  • Curriculum Vitae atualizado profano e maçônico;
  • Comprovação documental de produção literária ou cultural;
  • Certidão de regularidade maçônica expedida por sua Loja/Obediência;
  • Relatório descritivo de atividades culturais e maçônicas;
  • Declaração formal de ciência do rito de posse e dos compromissos pós-posse;
  • Comprovante de residência atualizado.

A documentação poderá ser protocolada presencialmente junto à Secretaria da ACML ou enviada por meio eletrônico oficial da Academia.

Etapas posteriores

Encerrado o período de inscrição, a Comissão de Admissão emitirá parecer sobre os candidatos, e a eleição ocorrerá em Assembleia Geral especialmente convocada, por escrutínio secreto, sendo considerado eleito o candidato que obtiver maioria absoluta dos votos dos presentes.

O candidato eleito deverá tomar posse em Sessão Solene no prazo máximo de 90 dias, podendo haver uma prorrogação por igual período, e posteriormente apresentar trabalho acadêmico sobre o Patrono da Cadeira ocupada.

Acesse o edital completo

Para conhecer todos os detalhes do processo de admissão, as cadeiras disponíveis, os requisitos, os critérios de eleição e as disposições finais, acesse o edital completo.

ACML realiza 1ª reunião ordinária do ano.

ACML realiza reunião ordinária e define importantes ações para 2026

Academia Caruaruense Maçônica de Letras fortalece planejamento institucional e promove momento cultural durante sessão ordinária.




A Academia Caruaruense Maçônica de Letras – ACML realizou, no dia 22 de fevereiro de 2026, mais uma reunião ordinária de seus trabalhos acadêmicos. A sessão ocorreu no templo da Loja Maçônica 25 de Dezembro, no Oriente de Caruaru, reunindo acadêmicos da instituição e convidados interessados nas atividades culturais e intelectuais promovidas pela Academia.

Sob a condução do Diretor Presidente, Ir. Ozéias Caetano da Silva, a reunião teve início após a verificação do quórum regimental, contando com a presença de nove acadêmicos e dois convidados, em um ambiente marcado pela fraternidade, pela troca de ideias e pelo fortalecimento dos projetos institucionais da ACML.

Principais deliberações da reunião:
  • Apresentação do Edital nº 001/2026, que disciplina o processo de admissão de novos acadêmicos da ACML;
  • Definição de reunião administrativa para tratar do 3º Encontro de Academias Maçônicas de Letras do Nordeste;
  • Aprovação do planejamento anual das reuniões da Academia para o ano de 2026;
  • Informes sobre o andamento do processo de registro do estatuto da instituição;

A reunião também contou com um momento de reflexão acadêmica conduzido pelo Presidente da ACML, que apresentou o poema “Maçonaria, Minha Escola”, destacando os valores formativos e filosóficos da tradição maçônica.


No Momento Cultural da sessão, o acadêmico Ir. Wallas Oliveira, ocupante da cadeira nº 29, apresentou o trabalho intitulado “A Maçonaria e as Revoluções em Pernambuco”, abordando a participação de maçons em importantes episódios históricos do estado e destacando a influência dos ideais maçônicos na construção da história pernambucana.

A sessão reafirmou o compromisso da ACML com a produção intelectual, a preservação da memória histórica da Maçonaria e o fortalecimento da cultura entre os maçons do Oriente de Caruaru.

Durante o momento de uso da palavra, acadêmicos e convidados destacaram a importância das atividades da Academia e reforçaram o convite para a participação nas próximas reuniões e eventos programados para o ano.

Com uma agenda institucional ativa e com importantes projetos em andamento, a ACML segue consolidando seu papel como espaço de produção cultural, reflexão intelectual e integração entre os maçons interessados na literatura, na história e na filosofia da Ordem.

Nota de Pesar – Ir. José Milton Monteiro Figueiredo

A Academia Caruaruense Maçônica de Letras – ACML manifesta, com profundo pesar, o falecimento do Ir. José Milton Monteiro Figueiredo, ocorrido de forma súbita, causando grande comoção em toda a cidade de Caruaru e nas diversas instituições das quais participou ao longo de sua vida.

O Ir. Milton Figueiredo foi acadêmico da ACML, tendo contribuído com sua presença, saber e dedicação aos trabalhos desta Casa. Embora, à época de seu falecimento, encontrava-se desligado da Academia, sua passagem pela ACML permanece registrada com respeito e reconhecimento na memória institucional.

Maçom estimado, era membro da Augusta e Respeitável Loja Maçônica Washington Revorêdo n° 41, do Oriente de Caruaru/PE, onde construiu uma trajetória marcada pela retidão de caráter, fraternidade e compromisso com os princípios da Sublime Ordem.

No campo profano, destacou-se como advogado atuante, profissional respeitado e cidadão exemplar, tendo prestado relevantes serviços à comunidade caruaruense. Sua atuação ética, seu espírito público e sua constante disposição em servir fizeram dele uma personalidade amplamente querida, reconhecida e respeitada, especialmente no âmbito da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) e de outras entidades representativas da sociedade civil.

Sua partida inesperada deixa um sentimento profundo de perda não apenas entre seus familiares e irmãos de Ordem, mas em toda a cidade de Caruaru, que reconhece nele um homem de valor, de diálogo e de compromisso com o bem comum.

Neste momento de dor e consternação, a Academia Caruaruense Maçônica de Letras se solidariza com os familiares, amigos, irmãos maçons e colegas de profissão, rogando ao Grande Arquiteto do Universo que conceda conforto, serenidade e fortaleza aos corações enlutados, e que acolha o Ir. José Milton Monteiro Figueiredo no Oriente Eterno, em paz e luz.

Que seu legado humano, profissional e maçônico permaneça como exemplo e inspiração às futuras gerações.

Academia Caruaruense Maçônica de Letras – ACMLCaruaru, 28 de janeiro de 2026.

Nota de Pesar – Irmão João Felipe da Silva


A Academia Caruaruense Maçônica de Letras – ACML comunica, com profundo pesar, o falecimento do Ir. João Felipe da Silva, ocorrido recentemente.

O Ir. João Felipe da Silva foi um dos fundadores da ACML, tendo participado de forma ativa e relevante em seus primórdios, contribuindo para a construção dos alicerces desta Academia, hoje consolidada como espaço de cultura, reflexão e produção intelectual no âmbito da Maçonaria. Embora, no momento de seu falecimento, encontrasse-se desligado da Academia, sua contribuição histórica permanece viva e registrada de maneira indelével na memória institucional da ACML.

Maçom dedicado e respeitado, o Ir. João Felipe era membro da Augusta e Respeitável Loja Maçônica 24 de Junho, do Oriente de Bezerros/PE, onde edificou uma trajetória pautada pela retidão de caráter, pela fraternidade e pelo fiel cumprimento dos princípios que norteiam a Sublime Ordem.

Neste momento de dor e consternação, a ACML se solidariza com os familiares, amigos e irmãos de Ordem, rogando ao Grande Arquiteto do Universo que conceda conforto, serenidade e fortaleza aos corações enlutados, e que acolha o Ir. João Felipe da Silva no Oriente Eterno, em paz e luz.

Que sua história, seu trabalho e sua contribuição à fundação da ACML sirvam de inspiração permanente às atuais e futuras gerações de acadêmicos e maçons.

Academia Caruaruense Maçônica de Letras – ACML
Caruaru, janeiro de 2026