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6ª Reunião Ordinária da ACML

ACML realiza sua 6ª Reunião Ordinária com debates e importantes deliberações

Oriente de Caruaru – 22 de março de 2026





A Academia Caruaruense Maçônica de Letras – ACML realizou, no dia 22 de março de 2026, sua 6ª reunião ordinária, nas dependências da Loja Maçônica Dever e Humanidade, reunindo acadêmicos e convidados em mais um momento de produção intelectual, reflexão e fortalecimento institucional.

A sessão contou com a presença de diversos acadêmicos, além de convidados que prestigiaram os trabalhos, reafirmando o compromisso da Academia com a difusão da cultura e do pensamento maçônico na região.

Os trabalhos foram conduzidos pelo Diretor Presidente, Ir. Ozéias Caetano da Silva, que deu início à reunião agradecendo a presença dos irmãos e destacando a importância da continuidade das atividades acadêmicas.

No expediente da secretaria, foram apresentadas e aprovadas as atas anteriores, bem como comunicadas correspondências e convites institucionais recebidos pela Academia, com destaque para a articulação futura com o Instituto Histórico de Caruaru.


A reunião evidenciou o compromisso da ACML com a organização institucional e a ampliação de suas relações com entidades culturais da cidade.

Na ordem do dia, importantes temas foram discutidos, entre eles o andamento do processo de abertura do CNPJ da Academia, o edital de admissão de novos acadêmicos e informações sobre a aquisição do fardão acadêmico.

Também foi definida uma agenda de visitas às lojas maçônicas da cidade, com o objetivo de fortalecer a divulgação da Academia e ampliar a participação de novos membros em suas atividades.

O momento cultural da reunião foi marcado pela apresentação do trabalho “Os Desafios da Maçonaria Contemporânea”, conduzido pelo Ir. Ozéias Caetano, gerando um rico debate entre os acadêmicos e contribuindo significativamente para a reflexão coletiva.

Durante o uso da palavra, diversos irmãos destacaram a relevância das reflexões apresentadas e a importância de ampliar a comunicação e a participação de lideranças maçônicas nas atividades da Academia.

A reunião também trouxe atualizações no calendário institucional de 2026, incluindo a preparação para o 3º Encontro de Academias Maçônicas do Nordeste, consolidando a ACML como protagonista no cenário cultural maçônico regional.

A ACML reafirma, por meio de suas reuniões, seu papel como espaço de construção intelectual, fortalecimento da fraternidade e preservação da cultura maçônica.

Encerrando os trabalhos, o Diretor Presidente ressaltou o ritmo ativo da Academia e reforçou a importância do engajamento de todos os acadêmicos na construção e fortalecimento das atividades da instituição.

Edital para admissão de novos acadêmicos efetivos


ACML publica edital para admissão de novos acadêmicos efetivos

Processo seletivo abre oportunidade para ocupação de cadeiras vagas e reforça o compromisso da Academia com a cultura, a produção intelectual e a renovação qualificada de seus quadros.

📅 Publicação: fevereiro de 2026 📍 Caruaru – Pernambuco 🏛️ Academia Caruaruense Maçônica de Letras

Novo processo de admissão é aberto pela ACML

A Academia Caruaruense Maçônica de Letras – ACML publicou o Edital nº 001/2026, disciplinando o processo de admissão de novos acadêmicos efetivos para o preenchimento das cadeiras atualmente vagas. A iniciativa representa mais um passo no fortalecimento institucional da Academia, reafirmando seu compromisso com a cultura, a literatura, o pensamento maçônico e a valorização de irmãos que possuam produção intelectual, artística ou cultural.

As inscrições foram abertas em 22/02/2026 e seguem até 08/04/2026, observando o prazo mínimo de 45 dias previsto no edital.

O processo de admissão está fundamentado no Estatuto Social e no Regimento Interno da ACML, e contempla um rito organizado, transparente e alinhado à natureza acadêmica da instituição. Após o encerramento das inscrições, será nomeada uma Comissão de Admissão, composta por três acadêmicos efetivos, responsável pela emissão de parecer circunstanciado sobre cada candidatura.

Pontos centrais do edital

Cadeiras vagas O edital abre processo para o preenchimento de 17 cadeiras.
Quem pode se candidatar Mestres Maçons com pelo menos 1 ano de exaltação, vinculados à Maçonaria regularmente reconhecida e com idoneidade moral reconhecida.
Exigências acadêmicas e culturais O candidato deve comprovar produção literária, artística ou cultural compatível com os objetivos da ACML.
Residência Também é exigida comprovação de residência fixa em Caruaru ou na região do Agreste pernambucano.

Documentação exigida

  • Curriculum Vitae atualizado profano e maçônico;
  • Comprovação documental de produção literária ou cultural;
  • Certidão de regularidade maçônica expedida por sua Loja/Obediência;
  • Relatório descritivo de atividades culturais e maçônicas;
  • Declaração formal de ciência do rito de posse e dos compromissos pós-posse;
  • Comprovante de residência atualizado.

A documentação poderá ser protocolada presencialmente junto à Secretaria da ACML ou enviada por meio eletrônico oficial da Academia.

Etapas posteriores

Encerrado o período de inscrição, a Comissão de Admissão emitirá parecer sobre os candidatos, e a eleição ocorrerá em Assembleia Geral especialmente convocada, por escrutínio secreto, sendo considerado eleito o candidato que obtiver maioria absoluta dos votos dos presentes.

O candidato eleito deverá tomar posse em Sessão Solene no prazo máximo de 90 dias, podendo haver uma prorrogação por igual período, e posteriormente apresentar trabalho acadêmico sobre o Patrono da Cadeira ocupada.

Acesse o edital completo

Para conhecer todos os detalhes do processo de admissão, as cadeiras disponíveis, os requisitos, os critérios de eleição e as disposições finais, acesse o edital completo.

Nota de Pesar – Ir. José Milton Monteiro Figueiredo

A Academia Caruaruense Maçônica de Letras – ACML manifesta, com profundo pesar, o falecimento do Ir. José Milton Monteiro Figueiredo, ocorrido de forma súbita, causando grande comoção em toda a cidade de Caruaru e nas diversas instituições das quais participou ao longo de sua vida.

O Ir. Milton Figueiredo foi acadêmico da ACML, tendo contribuído com sua presença, saber e dedicação aos trabalhos desta Casa. Embora, à época de seu falecimento, encontrava-se desligado da Academia, sua passagem pela ACML permanece registrada com respeito e reconhecimento na memória institucional.

Maçom estimado, era membro da Augusta e Respeitável Loja Maçônica Washington Revorêdo n° 41, do Oriente de Caruaru/PE, onde construiu uma trajetória marcada pela retidão de caráter, fraternidade e compromisso com os princípios da Sublime Ordem.

No campo profano, destacou-se como advogado atuante, profissional respeitado e cidadão exemplar, tendo prestado relevantes serviços à comunidade caruaruense. Sua atuação ética, seu espírito público e sua constante disposição em servir fizeram dele uma personalidade amplamente querida, reconhecida e respeitada, especialmente no âmbito da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) e de outras entidades representativas da sociedade civil.

Sua partida inesperada deixa um sentimento profundo de perda não apenas entre seus familiares e irmãos de Ordem, mas em toda a cidade de Caruaru, que reconhece nele um homem de valor, de diálogo e de compromisso com o bem comum.

Neste momento de dor e consternação, a Academia Caruaruense Maçônica de Letras se solidariza com os familiares, amigos, irmãos maçons e colegas de profissão, rogando ao Grande Arquiteto do Universo que conceda conforto, serenidade e fortaleza aos corações enlutados, e que acolha o Ir. José Milton Monteiro Figueiredo no Oriente Eterno, em paz e luz.

Que seu legado humano, profissional e maçônico permaneça como exemplo e inspiração às futuras gerações.

Academia Caruaruense Maçônica de Letras – ACMLCaruaru, 28 de janeiro de 2026.

Nota de Pesar – Irmão João Felipe da Silva


A Academia Caruaruense Maçônica de Letras – ACML comunica, com profundo pesar, o falecimento do Ir. João Felipe da Silva, ocorrido recentemente.

O Ir. João Felipe da Silva foi um dos fundadores da ACML, tendo participado de forma ativa e relevante em seus primórdios, contribuindo para a construção dos alicerces desta Academia, hoje consolidada como espaço de cultura, reflexão e produção intelectual no âmbito da Maçonaria. Embora, no momento de seu falecimento, encontrasse-se desligado da Academia, sua contribuição histórica permanece viva e registrada de maneira indelével na memória institucional da ACML.

Maçom dedicado e respeitado, o Ir. João Felipe era membro da Augusta e Respeitável Loja Maçônica 24 de Junho, do Oriente de Bezerros/PE, onde edificou uma trajetória pautada pela retidão de caráter, pela fraternidade e pelo fiel cumprimento dos princípios que norteiam a Sublime Ordem.

Neste momento de dor e consternação, a ACML se solidariza com os familiares, amigos e irmãos de Ordem, rogando ao Grande Arquiteto do Universo que conceda conforto, serenidade e fortaleza aos corações enlutados, e que acolha o Ir. João Felipe da Silva no Oriente Eterno, em paz e luz.

Que sua história, seu trabalho e sua contribuição à fundação da ACML sirvam de inspiração permanente às atuais e futuras gerações de acadêmicos e maçons.

Academia Caruaruense Maçônica de Letras – ACML
Caruaru, janeiro de 2026

Acadêmico Ir. Wallas Oliveira é sagrado no Grau 33, do REAA

Investidura e Sagração ao Grau 33 no Rio de Janeiro reúne 178 Irmãos de todo o Brasil


Rio de Janeiro (15 de novembro de 2025) — Na sede do Supremo Conselho do Rito Escocês Antigo e Aceito da Maçonaria para a República Federativa do Brasil, realizou-se a cerimônia de investidura e sagração ao Grau 33, que reuniu 178 novos Soberanos Grandes Inspetores Gerais oriundos de diversas regiões do país. Entre os agraciados, o Irm\ão Wallas Oliveira, que coroou uma trajetória de mais de 16 anos de estudos, prática ritualística e serviço à Ordem — jornada iniciada desde sua Iniciação Maçônica e vivida grau a grau, instrução a instrução.


A solenidade, marcada pela regularidade e pela precisão ritual, foi conduzida com excelência. Em registro público de gratidão, Ir. Wallas Oliveira destacou:

“Meu reconhecimento e agradecimento à dedicação e à maestria do Irmão Jorge Luiz de Andrade Lins, 33º, Soberano Grande Comendador, do Irmão Anderson Pinto Verçosa Simões, 33º, Grande Secretário-Geral, e de todos os Irmãos efetivos do Supremo, que conduziram de forma impecável cada etapa desta cerimônia. Este exemplo de liderança discreta e eficiente nos inspira a honrar a Tradição com trabalho, humildade e fraternidade.”


Nota do autor: por não haver espaço para pronunciamento no ato, fica registrada abaixo a reflexão que preparei para a ocasião.



Sagração e Investidura ao Grau 33: objetivo concluído, missão iniciada


À Glória do Grande Arquiteto do Universo.


Foram mais de dezesseis anos de caminhada. Uma senda percorrida grau a grau, instrução a instrução, com a serenidade de quem sabe que a pressa é inimiga da formação do caráter e do aperfeiçoamento moral. Hoje, ao receber a sagração e a investidura ao Grau 33 do Rito Escocês Antigo e Aceito — honraria de mérito e de responsabilidade — reconheço que um objetivo foi concluído, mas a missão, esta, apenas começa.


A caminhada: tempo, constância e disciplina


Desde a minha Iniciação tracei um propósito: chegar ao Grau 33. Não como ambição vazia, mas como expressão de constância, estudo e serviço. Ao longo do caminho, enfrentei interrupções alheias à minha vontade, períodos de suspensão do processo e, em dado momento, convites para reconhecimento de grau — atalhos que poderiam abreviar etapas. Preferi, porém, o caminho completo: cada grau vivido, cada instrução compreendida, cada virtude lapidada. O tempo, nesse itinerário, não foi obstáculo; foi pedagogo.


Provações e escolhas

Em Maçonaria, o verdadeiro avanço não se mede por escaladas rápidas, mas pela maturidade com que suportamos provas, consolidamos aprendizados e praticamos fraternidade. Diante das alternativas, escolhi o que a Tradição ensina: o trabalho paciente vence todas as dificuldades. Recusei precipitações para honrar o método — silencioso, exigente, formativo — que conduz o obreiro da pedra bruta à pedra cúbica.


O sentido do Grau 33


O Grau 33 não é um ponto de chegada vaidoso; é um compromisso ampliado de serviço. É reconhecimento por constância, lealdade à Ordem e dedicação à causa da humanidade. É convite à humildade, à prudência e à justiça; é exigência de caridade discreta, de exemplo sereno e de defesa da Verdade. Se os graus anteriores forjaram ferramentas, o 33º lembra para que elas existem: construir pontes — entre gerações, entre Lojas, entre a Ordem e a sociedade.


Tradição viva, visão de futuro


Valorizo o que sempre deu certo: rito, símbolos, silêncio e estudo. Sem eles não há Maçonaria; há modismos. Mas tradição não é imobilismo. A visão que assumo é a de uma Ordem fiel às raízes e, ao mesmo tempo, pertinente ao nosso tempo: promovendo educação cívica, ética profissional, diálogo social e obras filantrópicas eficazes — não para aparecer, mas para transformar.


Gratidão que me obriga


Nada disso se faz sozinho. Sou grato aos Mestres que me instruíram, aos Irmãos que me apoiaram — inclusive quando o caminho foi suspenso — e à família, que compreendeu ausências e confiou nos meus propósitos. A gratidão verdadeira não é aplauso; é dívida assumida em forma de serviço.


Compromissos que assumo


  1. Defender os Landmarks e a Regularidade, preservando a integridade do método iniciático.
  2. Servir com discrição e eficiência, priorizando o essencial sobre o acessório.
  3. Formar e amparar os mais novos, para que cada Aprendiz, Companheiro e Mestre encontre rumo, exemplo e oportunidade de crescer.
  4. Promover união e diálogo, sempre que houver ruídos entre Irmãos, Lojas ou Corpos, lembrando que fraternidade é dever, não slogan.
  5. Aproximar a Ordem da sociedade, por meio de projetos educativos, cívicos e filantrópicos que honrem nosso juramento de trabalhar pelo bem comum.


Objetivo concluído, missão iniciada


Concluir o objetivo de chegar ao Grau 33 alegra e responsabiliza. Mas não proclamo “missão cumprida”. Pelo contrário: agora a missão começou. Se o aprendizado me trouxe até aqui, o serviço me levará adiante. Que eu seja, doravante, menos título e mais trabalho; menos discurso e mais exemplo.


Que o Grande Arquiteto do Universo me conceda sabedoria para decidir, prudência para conduzir, fortaleza para perseverar e justiça para governar a mim mesmo. E que, ao final de cada dia, eu possa dizer, em silêncio: honrei a Tradição, edifiquei com meus Irmãos e servi à humanidade com humildade e fraternidade.

Não tenho dúvida que este diploma a mim outorgado, não é uma certidão de óbito maçônico, mas um pontapé inicial de uma nova jornada.


Ir Wallas Oliveira, 33
Cadeira 29